Monday, 22 March 2010

Início De Um Novo Conto ao Estilo Japonês

Era um dia normal naquela remota e pacata cidade no Japão: restaurantes, bordéis e parques funcionado normalmente, naquela coisa monotona e repetida típica dos orientais. Era um dia normal se não houvesse Isabella de Lurdes Maria Pesteñha Carlos chegado no local que futuramente seria usado para atos profanos e insanos.

- Raios e trovões! - pestenajou Isabella de Lurdes Maria Pesteñha Carlos. - Como podes alguem ganhar dinheiro, oh tão banalizado dinheiro prostituto, nesse local da perdição?Mas, atos épicos à parte, onde sera que se encontra Sushi Bar onde Marcome espera para seus deleites orientais?

De súbito, Marcome Sushi Man Prostmaisoy12ms874 irrompeu de trás dos nodosos balcões de madeira repletos de aperitivos orientais: Baldins, Tamakis, Temakis, Tiguman, Contigumano, Sashimisss etc.
- O que desejas, minha jovem morena da cor del pecado, né? - questionou Marcome Sushi Man Prostmaisoy12ms874.
De fundo, tocava a versão oriental de Lick My Pussy.
- Ó, Marcome, venho aqui, não em busca de sushi ou deleites alimentícios, mas sim, posto que é chama, amor forte, buscar a ti! Eu te amo, Marcome! Venha e...
- Desculpe, não entendi.
''Lick my pussy all around, fuck me hard, fuck me when TING LING TING''

Mas, Isabella De Lurdes Maria Pestenha Carlos estava tão agastada com o senhorio Marcome, que não conseguio pronunciar as palavras venenonsas que pensara mais obscuramente quando chegara ali.

- Tu não ma dás valor, seu cretino!- esbravejou Isabella de Lurdes. - Já comeu mais orientais que um sushi-men brasileiro e não me deste um momento de prazer! Cachorro que és me deixaste sozinha neste Sushi Bar à mercê de algum oriental necessitado de luxúria. Vai fazer atos que prejudiquem as suas...

Antes que terminasse tão discusão calorosa, Isabella de Lurdes Pestenha Carlos avistou com seus olhos tão castigados pelos rímel vagabundo- maldita maldição da 25 de março!- um oriental tão belo, mas tão belo que a fez perder a voz. Olhou em meio a suas vestes e viu: era bem dotado o rapaz.

- Nem pense nisso, sua vagabunda! - alertou Marcome, percebendo a exitação de sua prostituta particular. -Tu eres só minha, só minha sua masturbadora ambulante!

- Agora sou só sua né? - respondeu avidamente Isabella de Lurdes. - Quando estavas a comer as japonesas, não te chamei a atenção, seu defenestrador! Tu me comes, tu me arrombas, tu me bates com a chibata e ainda bato pra ti!Canalha seu coração!

Derepente, o japônes bem dotado se aproximou de Isabella de Lurdes e de Marcome. Com sua voz de Sid Moreira, gritou para quem gostaria de ouvir.

- Mamãe acha que eu não tomo por trás, né? Mas japoneis toma por trás, né! Também sabe comer mulher pela frente, né? Como é que é aqule negócio ocidental, é o tloá, tloá é o nome, né?

-É tRoá,com "R", seu comedor de macarrão! - retrucou Marcome, num ato quase que violento. - Eu não vou comer japônes, não me contento com pouco. A não ser que o que falam desta terra do sol nascente seja mito.

- Mas, eu, japones sou bem avantajado plo seu povo, qlé vê?

Num ato mais rápido que um reflexo, o oriental tirou a blusa, abaixou a calça e tirou suas veste intimas. Surpreso com o tamanho do brinquedo made in japan, Marcome começou a fazer atos profanos com um buraco que tinha no balcão. Isabella de Lurdes entrou em exitação profunda e não exitou em agarrar tal monumento oriental.

Não demorou muito para que os três começassem uma orgia jamais vista naquela terra. Eram atos tão intensos e tão fortes que Isabella de Lurdes não conseguiu se sentar no outro dia e teve tendinite nas duas mãos (sim, ela era abilidosa com as duas mãos). O japones sem nome tomou tanto por trás que já sentia seu intestino quando praticava sexo anal coma vassoura. Marcome, a parir daquele dia, ficou em dúvida se gostava de mulheres, cabritos, homens, biscoitos ou arbutos.