Era um dia normal naquela remota e pacata cidade no Japão: restaurantes, bordéis e parques funcionado normalmente, naquela coisa monotona e repetida típica dos orientais. Era um dia normal se não houvesse Isabella de Lurdes Maria Pesteñha Carlos chegado no local que futuramente seria usado para atos profanos e insanos.
- Raios e trovões! - pestenajou Isabella de Lurdes Maria Pesteñha Carlos. - Como podes alguem ganhar dinheiro, oh tão banalizado dinheiro prostituto, nesse local da perdição?Mas, atos épicos à parte, onde sera que se encontra Sushi Bar onde Marcome espera para seus deleites orientais?
De súbito, Marcome Sushi Man Prostmaisoy12ms874 irrompeu de trás dos nodosos balcões de madeira repletos de aperitivos orientais: Baldins, Tamakis, Temakis, Tiguman, Contigumano, Sashimisss etc.
- O que desejas, minha jovem morena da cor del pecado, né? - questionou Marcome Sushi Man Prostmaisoy12ms874.
De fundo, tocava a versão oriental de Lick My Pussy.
- Ó, Marcome, venho aqui, não em busca de sushi ou deleites alimentícios, mas sim, posto que é chama, amor forte, buscar a ti! Eu te amo, Marcome! Venha e...
- Desculpe, não entendi.
''Lick my pussy all around, fuck me hard, fuck me when TING LING TING''
Mas, Isabella De Lurdes Maria Pestenha Carlos estava tão agastada com o senhorio Marcome, que não conseguio pronunciar as palavras venenonsas que pensara mais obscuramente quando chegara ali.
- Tu não ma dás valor, seu cretino!- esbravejou Isabella de Lurdes. - Já comeu mais orientais que um sushi-men brasileiro e não me deste um momento de prazer! Cachorro que és me deixaste sozinha neste Sushi Bar à mercê de algum oriental necessitado de luxúria. Vai fazer atos que prejudiquem as suas...
Antes que terminasse tão discusão calorosa, Isabella de Lurdes Pestenha Carlos avistou com seus olhos tão castigados pelos rímel vagabundo- maldita maldição da 25 de março!- um oriental tão belo, mas tão belo que a fez perder a voz. Olhou em meio a suas vestes e viu: era bem dotado o rapaz.
- Nem pense nisso, sua vagabunda! - alertou Marcome, percebendo a exitação de sua prostituta particular. -Tu eres só minha, só minha sua masturbadora ambulante!
- Agora sou só sua né? - respondeu avidamente Isabella de Lurdes. - Quando estavas a comer as japonesas, não te chamei a atenção, seu defenestrador! Tu me comes, tu me arrombas, tu me bates com a chibata e ainda bato pra ti!Canalha seu coração!
Derepente, o japônes bem dotado se aproximou de Isabella de Lurdes e de Marcome. Com sua voz de Sid Moreira, gritou para quem gostaria de ouvir.
- Mamãe acha que eu não tomo por trás, né? Mas japoneis toma por trás, né! Também sabe comer mulher pela frente, né? Como é que é aqule negócio ocidental, é o tloá, tloá é o nome, né?
-É tRoá,com "R", seu comedor de macarrão! - retrucou Marcome, num ato quase que violento. - Eu não vou comer japônes, não me contento com pouco. A não ser que o que falam desta terra do sol nascente seja mito.
- Mas, eu, japones sou bem avantajado plo seu povo, qlé vê?
Num ato mais rápido que um reflexo, o oriental tirou a blusa, abaixou a calça e tirou suas veste intimas. Surpreso com o tamanho do brinquedo made in japan, Marcome começou a fazer atos profanos com um buraco que tinha no balcão. Isabella de Lurdes entrou em exitação profunda e não exitou em agarrar tal monumento oriental.
Não demorou muito para que os três começassem uma orgia jamais vista naquela terra. Eram atos tão intensos e tão fortes que Isabella de Lurdes não conseguiu se sentar no outro dia e teve tendinite nas duas mãos (sim, ela era abilidosa com as duas mãos). O japones sem nome tomou tanto por trás que já sentia seu intestino quando praticava sexo anal coma vassoura. Marcome, a parir daquele dia, ficou em dúvida se gostava de mulheres, cabritos, homens, biscoitos ou arbutos.
São contos baseados em belas histórias dessa vida. Cheios de amor e carne são admirados por toda sociedade estamental e profana. De jovens à adultos podem ler e se deleitar com essa maravilha literária.
Monday, 22 March 2010
Tuesday, 9 March 2010
“Janelinha, Janelinha, Janelinha, Miauuuur”

- Oh jovem calil, estas a me escutar nesse dia épico de louvor a banda Calypso? – disse Isabella de Lurdes Maria Pesteñha Carlos. - Tens a bondade de tirar dos ricos e dar pro homens, pobre homem?
- Dar pra homem é mais legal – esbravejou Marco Antonio Pandora. - Sabe por que esse rélis mortais tem medo de ser bissexual? Eu sou trissexual, tu estas me entendo? Eu fiz sexo com um macaco e um arbusto então eu sou tri sacas?
- Arbusto não tem buracos! – afirmou a prostituta.
A risada de Isabella ecoou pela sala, profunda. Perguntou-lhe então sobre sua irmã, Cristina. Tranquilamente, Marcos, respondeu-lhe que ela dormiu em seu leito naquela tarde nefasta e pecaminosa.
- Estas a dormir uma hora dessas? Como vos, Calil, podes dormir num dia ensolarado em que o divino sol bateu em lugares que não batia antes? – murmura Isabella.
- Discordo - pestanejou Marco Antonio, seus olhos rodopiando em órbitas. - Cristina Calil dorme com sua saia elevada, revelando suas partes íntimas à luz desta tarde morna de verão, o que faz o Sol, o poderoso bombardeamento de Hélio, iluminar mais de uma vez os corredores da vida e procriação. E isso é verdade.
- Vai fazer atos que prejudiquem suas pudendas - gritou Isabella de Lurdes Maria Pesteñha Carlos, seu vibrador rodando em órbitas. - Não me pagas às horas que deve, mas quereis se deliciar no mel de meu leito! Se quiseres usufruir dos meus pecados, oh Marco, sabes que sou da vida, e vendendo minhas árduas seduções, ganho essa injusta vida.
O som que o vibrador emanava trêmulo ecoou pelo corredor do colégio, enquanto os dois jovens discutiam. Seus olhos fustigavam ódio e cólera. O par pela ausência de dinheiro, oh, bem tão disputado outrora inútil em sociedades feudais. E outro par pela ausência de atividades sexuais. Silêncio. Passos oriunda de uma porta próxima, passos de salto alto rumam, ecoando junto ao som do vibrador. Cada vez mais próximos. O som se propaga mais intensamente. A distância é mínima e MIIIAAAAAAUR.
-Mas que audácia, Marcos - esbravejou Isabella de Lurdes Maria Pesteñha Carlos. - Além de não me pagar a horas que me deves, trazes-te aqui um gato para um ato sexual exótico e inovador! Sabes que felinos são perigosos no leito... Não se satisfazes apenas com minhas acrobacias em minhas pudendas?
Marco olha espantado o malabarismo na pudenda da garota de programa. O gato ronrona e se enrola em sua perna. O silencia doentio, invadiu o altar da lúxiria.O gato tudo vira e sentira. Arremessou-se para contra as acrobacias pudendais, tão assustadoras que deixaram Marco Antonio Pandora assustado. Rasgou-lhe da menina todo o silicone que com tanto profanara vagina sagrada deus e suas ovelhas em criação da paz e dinheiro em sua carteira de couro. Pode não fazer sentido as palavras ditas anteriormente, mas é verdade. Nada traria aquele silicone de volta, caído, embebido no chão com sua vergonha impetuosa gravitacional. Isabella engoliu um grito rouco, estupefata. De repente, como se fosse num vôo rasante de um gavião, aparece um vulto de um homem que, vendo tal desespero, tinha entrado na sala.
- O que fazem aqui? - a voz misteriosa falou.
Silêncio na sala. Marco pegou o silicone arrancado de forma bruta e imoral e joga-o contra o tal ser que ambos não sabiam que era. Um grito afeminado ecoou pelo ar, e não era da garota de programa.
- Sr. Revertério! - se espantaram todos. - O que fazes aqui?
- Sua louca! Descobriste que sou eu quem assombra esse ato de sexo felino. Pois bem, vim dizer que isso é coisa de homens rudes.
-Não lhe interessa o que façamos ou deixemos de atuar, Revertério Gorfo Castello Embarassado. Vá procurar pessoas de sua estirpe, canalha. Se não retirardes deste aposenta imaculado pelo pecado, livre da carne e da prostituição, deverei tomar atitudes que não lhe serão agradáveis. Deves se lembrar que um tigre triste nunca deixou o outro em gozo sem comê-lo. Você está me compreendendo? Revertério?
O homem não estava mais ali. Somente Marco Antonio Pandona, Isabellla de Lurdes Maria Pesteñha Carlos e aquele gato florindo endemoniado , um tanto idoso para este conto já que há problemas vasculares e hormonais que impedem uma relação sexual estável e prazerosa.
Deveria então os aventureiros e o gato procurar Revertério? Deveriam travar um conflito corporal para achá-lo? Membros ocultos deveriam ser revelados e como emboscados atrair o misterioso homem em direção ao destino enaltecido do escuro de locais inúteis?
Não se sabe o certo. Solidão.
- Não faça mal juízo de nós, Sr. Revertério Gorfo Castello Embarassado - falou calmamente Isabella de Lurdes Maria Pesteñha Carlos. - Sabes que em minha inocente e pura infância, me tiraste a virgindade em um ato bruto, frio e cruel. Não podes julgar e meu amado, e ao mesmo tempo, odiado Marco que, mesmo me tratando como uma cachorra que só serve para os deleites proibidos em meu leito suave como mel, ele não me ama no fundo de sua alma. Nosso amor é carnal e terreno. Vos que em minha doce inocência, me estrupasse em meu quarto sem nenhuma piedade. Marcos e eu fazemos os mais extravagantes atos eróticos que ninguém nunca fez nessa vida terrena e pecaminosa. E o pior, ti pensas cegamente que me mandando depoimentos românticos no Orkut, me conquistou e poderá ter assim, o deleite e o prazer infinito do meu corpo e alma! Seu porco infame! Seu estrupador frio e desgraçado! Seu mal comido, bicha dos cães do inferno!
Penha que Isabella, em protesto fúnebre e abafado pelos pecados de sua vida, não era mais ouvida pelo Sr. Revertério, seu desbravador de pudendas na infância.
Fim (?)
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